October 22, 2018

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As cores e a idade: uma relação delicada

July 24, 2018

 

 

Nós, mulheres, amamos as cores. As cores iluminam nosso look, aperfeiçoam nossos traços, disfarçam problemas de pele e nos deixam sempre mais atraentes.  

 

Quando somos jovens podemos abusar de uma gama maior de cores. Ficamos poderosas de batom vermelho, sensuais com sombras pretas e iluminadas com metais vibrantes. Porém com a idade a nossa coloração se modifica bastante. A pele perde o viço da juventude, a cor dos olhos fica mais suave, os cabelos branqueiam e as cores que amávamos quando éramos jovens já não fazem o mesmo efeito de antes.

 

Um dos maiores desafios que encontro em meu trabalho como analista de cores é o de convencer mulheres maduras a realizarem alterações nos tons de maquiagem e acessórios que elas já usam há muitos anos.

Geralmente, temos uma visão pouco objetiva sobre nós mesmas. Quando nos olhamos no espelho percebemos a presença da idade, mas não sabemos muito bem como usar novas cores no make e nos cabelos que sejam mais companheiras na nossa aventura com o tempo.

 

Algumas mulheres resistem às mudanças porque isso causa uma extrema sensação de insegurança. Algumas não se reconhecem sem o batom vermelho intenso, outras estranham a própria imagem quando proponho tons mais suaves para sombras nos olhos ou tintas de cabelo.  

 

São raras as mulheres que podem usar aos sessenta as mesmas cores que usavam aos trinta. De modo geral, nossa coloração pessoal muda e nossa cartela personalizada de cores precisa de alguns ajustes.

Essas alterações causam insegurança na maioria das mulheres, e elas acreditam que perderão seu poder de sedução se mudar o estilo das roupas, as cores do cabelo e da maquiagem. Isso revela um problema de percepção sobre a nossa autoimagem.

 

Esse é um ponto polêmico no universo da consultoria de imagem. Algumas profissionais acreditam que a cartela de cores é eterna, mas definitivamente, não é.  Da mesma forma que as formas do nosso corpo se modificam, nossas cores também passam por mudanças. E aceitar essas mudanças abre portas para a exploração do novo.

 

Observando algumas atrizes glamorosas de Hollywood, percebi que esse é um desafio universal.

 

Atrizes como Joan Collins, Elisabeth Taylor e Gina Lollobrigida são exemplos reais de como as cores causam o efeito oposto ao que desejamos transmitir quando estão nos tons errados para nossa pele. Elisabeth Taylor, quando era jovem, ficava deslumbrante com cores intensas e vibrantes que valorizavam muito seus olhos azuis e seu alto contraste. Porém, com a idade, a pele da atriz deixou de reagir bem às cores vivas, tornando a imagem de Taylor carregada e ainda mais envelhecida.

 

Gina Lollobrigida também não conseguiu trocar as cores da juventude por tonalidades mais suaves. O resultado foi uma aparência pesada, sem viço e artificial. O mesmo erro cometeu Joan Collins, mantendo a nécessaire dos oitenta nos mesmos tons dos quarenta.      

 

A atriz Shirley Maclaine envelheceu com mais classe, porém ainda comete alguns erros na intensidade das cores em seu look. Sua pele ficou muito mais suave com a idade e cores vibrantes a deixam abatida e bastante apagada.

 

 

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Peles maduras pedem tonas mais suaves, bases mais naturais e cabelos harmoniosos. Batons muito vivos, sombras coloridas ou pretas, delineadores e excesso de acessórios carregam o visual. As cores vivas também sobrepujam a beleza da mulher mais madura, impedindo a harmonia na imagem.   

 

Cada fase da vida traz oportunidades diferentes. Quem está aberto para reinventar-se aproveita a jornada com mais alegria, intensidade, charme, estilo e elegância.

 

 

 

 

Quando cheguei nos meus trinta e cinco anos passei por essa necessidade de mudança. Encontrei na beleza mais natural das mulheres francesas uma referência de estilo que se adequava melhor ao meu momento presente. Embarquei nesta viagem ao desconhecido trocando peças do guarda-roupa, experimentando novas cores de make e cortando os cabelos. Mas a mudança toda se deu num nível ainda mais profundo do que pode ser visto por meio da aparência estética. A transformação do meu visual gerou também uma mudança de paradigma. Hoje, aos quarenta, tenho outra percepção sobre a beleza e a sensualidade, além de me sentir muito mais à vontade na minha “nova” pele.

 

Assim como você eu também precisei de tempo para me acostumar com todo o processo. E hoje te convido a refletir sobre novas possibilidades e a encontrar outras cores para se expressar melhor nesta nova fase e nas muitas outras que ainda estão por vir.   

 

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Tamara Ramos Feijó
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