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Será que o dinheiro é capaz de comprar estilo?

February 27, 2018

 

 

Um dos maiores equívocos da história da moda é a crença de que somente mulheres abastadas podem se vestir realmente bem.

 

As mulheres ainda acreditam que é preciso ter muito dinheiro para se vestir de forma elegante, ter estilo, ter bom gosto, ou até mesmo, para se vestir como as chiques mulheres francesas.

Eu mesma acreditei nisso por muito tempo! E pior ainda, acreditei que era preciso ter nascido na França para ter aquele je ne sais quoi das parisienses.

 

Bom, se isso fosse mesmo verdade, todas as mulheres ricas seriam elegantérrimas, não é mesmo? Mas não é isso que vemos nas revistas, nos documentários sobre as celebridades e nas festas da alta sociedade.

 

Desde a minha adolescência sempre fiquei intrigada com a falta de bom gosto de muitas celebridades milionárias que apareciam na revista Caras. Se estilo está ligado ao tamanho da conta bancária, porque tantas mulheres ricas e famosas se vestem tão mal?

 

Ter estilo não significa vestir-se na moda. Coco Chanel já dizia:

 

“A moda passa, o estilo permanece”.

 

Assistindo a um documentário sobre as grandes marcas de grife, vi que a cúpula da elite abastada espera ansiosa pelos últimos lançamentos das maisons internacionais. Seja lá o que for que estiver na moda naquele momento, elas compram. E pagam caríssimo para ter um “modelito exclusivo”, proveniente de coleções duvidosas dos estilistas famosos.

 

Quem se lembra daquele vestido de “grama” da Louis Vuitton, vendido pela Madonna em 2008? Ou os modelos metalizados e futurísticos dos anos 70, ao estilo Barbarella? As calças de boca de sino. As polainas dos anos 80. Os moletons super coloridos da Benetton. O batom 24 horas. O estilo hippie...

 

Todas as peças acima representam tendências passageiras de moda. Se você tem uma foto com esses trajes, certamente ela está datada. Só de olhar pra ela podemos dizer o ano da foto, a música que tocava na rádio e a situação econômica do país. 

 

Portanto, ter dinheiro e comprar roupas de marca baseando-se em tendências fashion do momento não garante a elegância de ninguém. Pois, como vê, estilo não é algo que se compra num desfile de moda ou em lojas de grife. Não dá para entrar numa loja e pedir estilo à vendedora, porque ela precisa estar muito bem informada sobre o assunto para poder te ajudar.

 

Então, o que é preciso para ter mais estilo e se tornar uma mulher elegante?

 

Na verdade, estilo, classe e refinamento dependem de CONHECIMENTO. Você precisa estudar sobre o tema, pesquisar sobre os segredos das mulheres que são consideradas as mais elegantes, como as francesas e outros ícones de estilo, como Jackie Kennedy e Audrey Hepburn.

Além disso, é preciso conhecer mais sobre si mesma. Saber seu tipo físico, sua cartela de cores, seu estilo de essência, as peças que te caem bem e o que realça a sua imagem. 

 

As francesas são mundialmente reconhecidas e admiradas pelo seu estilo, e elas não são ricas! A mulher francesa comum não ganha altíssimos salários e nem possui um closet gigante, cheio de roupas caríssimas. Pelo contrário! Seu estilo e elegância são frutos de conhecimento sobre moda e sobre si mesma.

Elas alcançam a elegância comprando menos, comprando com mais qualidade e comprando os itens certos.

 

E todo o conhecimento necessário para se obter uma imagem mais refinada como a delas está disponível para nós. Eu passei 4 anos coletando informações sobre o tema, lendo mais de 40 livros (25 deles em inglês), viajando 2 vezes para a França e me formando pela escola de Consultoria de Imagem mais famosa de Paris. Mesmo sendo brasileira, sem nenhum background ou conhecimento sobre estilo e moda francesa, eu acreditei que poderia melhorar minha imagem se eu tivesse acesso ao mesmo conhecimento que elas tinham. Acreditei que estudar, pesquisar, viajar, observar de perto e testar, eram atividades que poderiam me ajudar a construir uma nova imagem mais elegante. 

 

Todo esse estudo resultou na produção de 3 livros: “O guarda-roupa de Paris”,  “50 peças essenciais” e “Monte seu spa caseiro”.

 

O diferencial dos meus livros está justamente no fato de eu ser brasileira. Por mais que eu estudasse a literatura existente sobre o tema, muitas vezes tive dificuldade de adaptar e internalizar os preceitos, pois todos os livros que li foram escritos por mulheres francesas ou americanas. Tanto as francesas quanto as americanas vivem em países frios, que propiciam o uso de peças de roupas que nem sempre se adaptam ao nosso clima.  

 

O clima quente do nosso país, nossos padrões estéticos e culturais de beleza, e nossa sensualidade ostensiva, muitas vezes dificultaram a adaptação do meu estilo. O fato de eu ser baixinha e ainda estar vários quilos acima do peso - o oposto do biotipo padrão das mulheres francesas - também foram desafios que me levaram a fazer as escolhas certas na hora de montar meu guarda-roupa parisiense. Por isso acredito que a minha experiência pessoal possa realmente te ajudar nessa jornada rumo a lapidação da sua imagem.   

 

Se você realmente está comprometida em construir uma imagem mais elegante e refinada, invista em conhecimento. Ao invés de sair comprando roupas e acessórios que não valorizam a sua imagem, use esse dinheiro para estudar o estilo mais de perto e adquirir mais conhecimento. Meus livros são fontes valiosas de conhecimento, pois eu reuni absolutamente tudo que descobri durante meus 4 anos de pesquisa para ajudar outras mulheres a também melhorarem a imagem sem precisar gastar rios de dinheiro. 

 

Somente o conhecimento pode de fato te dar mais segurança, mais estilo e mais felicidade.

 

Com muito carinho,

Tamara Ramos Feijó 

 

 

Se você se interessa por moda, estilo e comportamento das mulheres francesas, conheça meus livros sobre o assunto. Clique na imagem abaixo para saber mais!

 

 

    

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Tamara Ramos Feijó
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